Durante muito tempo quis entender todo mundo me esquecendo que nem eu mesmo me entendia. Passaram se os anos, a experiência foi aumentando, fui adquirindo mais confiança em mim e hoje me tornei o que sou.Às vezes irritado, as vezes divertido, introspectivo e muitas vezes aberto a tudo. Essa miscelânea de emoções me fizeram único em toda minha pluralidade... inconstante demais, como todo bom
libriano, mas justo e diplomático. Ou pelo menos tento ser.
libriano, mas justo e diplomático. Ou pelo menos tento ser.
Me emociono fácil, me apaixono fácil e me irrito fácil, também graças a peculiaridade italiana herdada da minha mãe.
Amo coisas simples e ainda acredito que um olhar fale mais que mil palavras.
Amo coisas simples e ainda acredito que um olhar fale mais que mil palavras.
Ainda tenho o defeito/qualidade de falar o que penso e só depois vejo a conseqüência disso. Não costumo dizer o que penso sobre as pessoas e também não aceito saber o que pensam sobre mim, acho extremamente desnecessário.
Não tenho costume de levantar bandeira e defender ideais por que não to aqui pra isso. Ser gay ainda
incomoda muita gente mesmo eu não entendendo por que? Mas nem é passível de discussão.
incomoda muita gente mesmo eu não entendendo por que? Mas nem é passível de discussão.
Cresci e aprendi que o laço familiar, por mais difícil que possa ser, é a fonte de onde retiro toda minha força. Não tenho grandes anseios como muita gente, só tento estar no meu lugar. No fim das contas é só você contra você mesmo... uma das lições mais difíceis que aprendi.
Não gosto de gente que anseia mais do que pode sustentar, tento ser o mais coerente possível, mesmo sabendo da dificuldade que isso implica. Viva e deixe viver!
Sendo assim, vou construindo minha história e fica aqui apenas uma parcela da vida de um jovem homem de passagem.
Marcial Petrolini
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